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sábado, 24 de junho de 2017

Caderneta de Leitura: 1º Ciclo



Blogue da Biblioteca: Caderneta de Leitura: 1º Ciclo: Levar a criança a entrar na aventura da leitura é abri-la a mil possibilidades e é oferecer-lhe uma alternativa importante, a alternativa d...

sexta-feira, 16 de junho de 2017

As TIC em 3D/Fab@rts: Ação de Formação Impressão 3D - Mafra





As TIC em 3D/Fab@rts: Ação de Formação Impressão 3D - Mafra: Nos dias 3 e 5 de julho vamos desenvolver uma ação de formação creditada sobre modelação e impressão 3D, no âmbito do projeto Fab@rts: O...

(83) Camões, hoje - «quem não sabe arte, não na estima» - YouTube

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(83) Camões, hoje - «quem não sabe arte, não na estima» - YouTube

Em 2015, estes estudantes do final do Ensino Secundário concluíam bem, agora é só pesrerar que cheguem ao poder e não se esqueçam.

domingo, 4 de junho de 2017

Nos “ninhos”, “as coisas tornam-se mais fáceis de aprender” - PÚBLICO

Na prática, o que mudou? “Cada turma tem dois professores, o titular e um de apoio. Quando o professor titular se apercebe que há alunos que evidenciam dificuldades num determinado conteúdo, chama-os para o "ninho", onde, numa sala diferente e até um máximo de seis horas por semana, estes alunos são ajudados a ultrapassar as respectivas dificuldades. Enquanto isso, o professor de apoio fica com o resto da turma dá continuidade aos trabalhos com os restantes alunos, ajudando-os a aprofundar as matérias dadas.” 
E não, não há risco de estigmatização. “Pelo contrário, já me aconteceu ter alunos a perguntar-me se não podem ir também para o ninho porque eles falam entre si e apercebem-se de que ali têm um apoio maior da parte do professor”, garante Fernando Rodrigues, coordenador do departamento e professor de apoio nalgumas turmas. Mas o principal entrave ao estigma é a flexibilidade do método. “Os alunos que entram no ninho não são sempre os mesmos. Vão entrando e saindo à medida que evidenciam e ultrapassam as dificuldades face a determinadas matérias. A lógica é intervir logo que as dificuldades se instalem para impedir que elas impeçam as aprendizagens seguintes”, complementa Helena Libório.

domingo, 28 de maio de 2017

MICRONARRATIVAS


FOLIO 2015 MICRONARRATIVAS




Margarida Fonseca Santos inspirou-nos com o seu trabalho 77 palavras (procurem o blog! ). 
Já o fizemos duas vezes, em 2015 e em 2016 - desafiar os participantes nas formações FOLIO EDUCA para escrever uma micronarrativa com 77 palavras, sendo 7 obrigatórias e fornecidas pela organzização. São algumas dezenas, e vale a pena lê-las. O Cfae Centro-oeste gostou tanto que as quer publicar em e-book. Aqui está o primeiro, produzido em 2015. A todos os autores e editores, agradecemos. ISBN 978-989-20-7033-9.

Para quê tudo isto? Cito as intenções do FOLIO EDUCA, inscrits em 2015 e anda hoje actuais:
“Os mais novos estão no coração do Festival. Para além de várias propostas atrativas para as idades mais jovens, desenhámos uma linha de programação dedicada ao desenvolvimento de futuros leitores e criadores, o FOLIO Educa, que desafia a aprofundar temas educativos relacionados com a literatura, a leitura e as literacias, tão atuais e urgentes dentro e fora de escolas, bibliotecas, museus, centros de ciência… 
Contando com parcerias nacionais de relevo, tais como a da Rede de Bibliotecas Escolares, e convidados nacionais e internacionais de referência, o FOLIO Educa inclui um Seminário Internacional de dois dias, formação de professores e professores bibliotecários, dezenas de oficinas de mediação de leitura, tertúlias temáticas e workshops improváveis.” 

Maria José Vitorino e Teresa Calçada
Curadoras do Folio Educa. 2015-

Bibliografia